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SNFZ11 mantém R$ 0,10 por cota pelo sétimo mês seguido

SNFZ11 mantém R$ 0,10 por cota pelo sétimo mês seguido
Fazenda Coliseu, ativo do SNFZ11 - Foto: Divulgação

O Fiagro SNFZ11, da Suno Asset, manterá em janeiro o pagamento de dividendos de R$ 0,10 por cota pelo sétimo mês consecutivo, repetindo o maior valor distribuído pelo fundo desde o seu lançamento. O rendimento segue alinhado à política conservadora de distribuição e à previsibilidade das receitas do portfólio atual.

Com base na cotação de R$ 10,10 em 30 de dezembro, o dividend yield atinge 0,99% no mês. O crédito será efetuado no dia 23, considerando a posição dos mais de 5 mil cotistas ao fim do pregão de quinta-feira (15). O corte define quem tem direito ao recebimento neste ciclo.

Para receber os proventos de janeiro, é necessário ter as cotas posicionadas até 15 de janeiro. Compras realizadas a partir de 16 de janeiro passam a valer para o próximo calendário de distribuição, desde que o investidor permaneça com os papéis até a nova Data Com de fevereiro. Essa regra evita dúvidas sobre elegibilidade.

O valor dos pagamentos permanece estável desde a aquisição de duas fazendas adicionais, com prazo de 10 anos para quitação. O fundo hoje detém três propriedades em Gaúcha do Norte (MT), somando 1.020 hectares úteis. A previsibilidade dos contratos e o cronograma de desembolsos sustentam a constância dos repasses.

Após captar R$ 113,8 milhões em novembro, o SNFZ11 comprou títulos CRA Pulverizado Jequitibá, que cobrem praticamente todo o passivo referente ao pagamento das fazendas pelos próximos 10 anos. A estratégia reduz riscos de caixa e ajuda a manter o patamar dos dividendos nos meses seguintes.

Além da renda imobiliária, o fundo busca valorização por meio de melhorias de infraestrutura nas terras. A Fazenda Coliseu está concluindo a implantação de irrigação artificial, elevando a produtividade de soja sem custos adicionais ao fundo, com potencial impacto positivo na rentabilidade de longo prazo.

H2: Perspectivas do SNFZ11 e foco em dividendos
A manutenção do patamar de distribuição reforça a tese do SNFZ11 de combinar previsibilidade de caixa com ganhos operacionais. O uso de CRAs e o cronograma de pagamentos das aquisições indicam estabilidade, enquanto a evolução produtiva das áreas pode destravar valor e sustentar os pagamentos de dividendos.

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