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IFIX avança 0,1% e fecha aos 3.856,94 pontos

IFIX avança 0,1% e fecha aos 3.856,94 pontos
IFIX fecha em alta leve e permanece acima dos 3.850 pontos - Foto: Pexels

O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou a terça-feira (3) em 3.856,94 pontos, alta de 0,1%, um avanço de 3,84 pontos frente ao fechamento anterior. O desempenho recolocou o indicador acima do nível de 3.850 pontos, sinalizando resiliência após a leve correção da véspera e mantendo o apetite por risco no mercado de fundos imobiliários. A amplitude intradiária refletiu um pregão de baixa volatilidade, com oscilações contidas.

Na segunda-feira (2), o IFIX havia fechado a 3.853,10 pontos, queda de 0,2% em relação ao pregão anterior. Já nesta terça, o índice oscilou entre a mínima de 3.853,10 e a máxima de 3.860,07 pontos, indicando um movimento técnico de recuperação moderada. Para investidores, o retorno do benchmark ao patamar de 3.856 pontos reforça a leitura de suporte próximo a 3.850.

Entre os destaques do dia, o TGAR11 liderou as altas, avançando 3,59% e fechando a R$ 77,91. O KORE11 também figurou entre as maiores valorizações, com ganho de 1,91%, encerrando a R$ 73,48. Esses movimentos sugerem interesse renovado em carteiras com exposição diversificada e gestão ativa, beneficiando a performance setorial.

No campo negativo, o JSCR11 registrou a maior queda, recuando 2,16% para R$ 8,59, enquanto o OUJP11 caiu 2,01% e terminou a R$ 84,50. As perdas pontuais não alteraram a leitura geral de estabilidade do IFIX, mas indicam seletividade do mercado, com ajustes de preço em segmentos mais sensíveis ao custo de capital.

Em termos técnicos, a faixa entre 3.853 e 3.860 pontos funcionou como intervalo de consolidação, com fluxo equilibrado entre compradores e vendedores. A leve alta de 0,1% confirma a tendência de curto prazo ainda construtiva para o índice, embora sem catalisadores fortes no intraday.

Para os próximos pregões, investidores devem observar a rotação entre segmentos de FIIs, além de indicadores macro e curva de juros, que seguem como vetores centrais de precificação. A manutenção do IFIX acima de 3.850 pontos pode sustentar um viés positivo, enquanto correções pontuais tendem a abrir oportunidades seletivas.

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