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DIVD11 paga R$ 0,1276 por cota e yield de 0,19% em fevereiro

DIVD11 paga R$ 0,1276 por cota e yield de 0,19% em fevereiro
Dividendos. Foto: Pixabay

O ETF DIVD11, do Itaú, anunciou a distribuição de proventos referente a fevereiro. Os cotistas posicionados em 6 de fevereiro receberão R$ 0,1276 por cota no dia 13 de fevereiro de 2026. Segundo a gestora, o pagamento reflete o desempenho recente da carteira e a política de rendimentos do fundo.

O dividend yield estimado é de aproximadamente 0,19% no período, de acordo com a administração do Itaú. Esse patamar pode variar conforme o preço de mercado das cotas e a sazonalidade dos proventos distribuídos pelas empresas componentes do índice.

Como funciona o DIVD11?
O DIVD11 busca replicar o Índice Dividendos (IDIV), que reúne ações listadas na B3 com histórico consistente de pagamentos. Entre os destaques da carteira estão Taesa, Copel, Banco do Brasil, CPFL e Cemig, reconhecidas pela regularidade nas distribuições. Essa abordagem oferece exposição diversificada a empresas pagadoras, reduzindo o risco específico de cada papel.

Qual o patrimônio do fundo?
O ETF possui patrimônio líquido de R$ 125,2 milhões, com liquidez média diária próxima a R$ 1,2 milhão (dados de janeiro de 2026). A taxa de administração é de 0,5% ao ano, o que posiciona o produto como alternativa de baixo custo para investidores que buscam renda via dividendos, sem a necessidade de montar e rebalancear uma carteira individualmente.

Quando foi lançado o fundo?
O DIVD11 estreou em junho de 2024 e distribui proventos mensalmente. Os pagamentos ocorrem no décimo dia útil após a divulgação dos dividendos das empresas componentes do mês anterior, proporcionando previsibilidade de fluxo para os cotistas.

A estratégia do fundo visa oferecer renda passiva regular por meio de diversificação automática em ações com perfil de distribuição. Para investidores que desejam exposição ampla ao tema dividendos, o produto combina simplicidade operacional, transparência e custos competitivos.

Em síntese, o ETF DIVD11 mantém a proposta de renda recorrente com base em um índice consolidado, reforçando seu papel como instrumento prático para captura de proventos no mercado acionário brasileiro.

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