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Os dividendos do BRCO11 já foram divulgados; descubra agora

Os primeiros dividendos do BRCO11 para 2026 foram anunciados

Os primeiros dividendos do BRCO11 para 2026 foram anunciados. Foto: Pixabay

O FII BRCO11 anunciou a distribuição de R$ 0,87 por cota referente aos resultados de dezembro, com pagamento marcado para 15 de janeiro aos cotistas posicionados até 30 de dezembro.

O montante representa um dividend yield mensal de 0,73%, com base no preço de fechamento de R$ 118,68 em dezembro. Em termos anualizados, o retorno equivale a aproximadamente 9,1%, mantendo a atratividade do fundo para perfis de renda.

Os dividendos do BRCO11 permanecem estáveis pelo sexto mês consecutivo, reforçando a previsibilidade do fluxo de caixa. A média de distribuição dos últimos 24 meses segue em R$ 0,87 por cota, sinalizando consistência na gestão de receitas e contratos. Esse histórico contribui para a percepção de resiliência, mesmo em cenários de mercado mais voláteis.

A carteira do fundo soma 12 empreendimentos logísticos, totalizando cerca de 472 mil m² de ABL, com potencial de expansão de até 7% sobre a área atual. Essa reserva de crescimento pode sustentar futuras revisões de renda, caso a gestora avance com projetos de ampliação em ativos estratégicos próximos a eixos de consumo.

Distribuição geográfica diversificada sustenta a tese: São Paulo concentra 44% da receita, seguido por Minas Gerais (15%), Bahia (13%), Alagoas (11%), Rio Grande do Sul (7%), Paraná (5%) e Rio de Janeiro (5%). Cerca de 30% da ABL está num raio de 25 km da capital paulista, favorecendo operações de alta rotatividade e prazos de entrega reduzidos para o varejo.

A vacância física é de 7,7%, em linha com o mercado logístico, enquanto o prazo médio remanescente dos contratos é de 4,7 anos. Do total, 38% dos acordos são atípicos, oferecendo maior proteção contra rescisões antecipadas. No crédito, 62% da receita vem de locatários AAA(br) ou AA(br), 24% de investment grade e 14% classificados como outros, o que indica perfil de risco controlado.

No recorte setorial, bens de consumo respondem por 49% da receita, varejo/e-commerce por 39%, operadores logísticos por 10% e indústria por 3%. Ativos de “last mile” geram 63% da receita, enquanto centros de distribuição somam 37%, equilibrando capilaridade e eficiência. Em síntese, os rendimentos do BRCO11 seguem sólidos, sustentados por carteira bem localizada, contratos de qualidade e pipeline de expansão.

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