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CPTS11 recua levemente e lucra R$ 31,95 mi em janeiro

CPTS11 recua levemente e lucra R$ 31,95 mi em janeiro
Foto: Suno/Banco

O CPTS11 iniciou 2026 com resultado líquido de R$ 31,95 milhões em janeiro, leve recuo frente aos R$ 32,443 milhões de dezembro. As receitas somaram R$ 45,298 milhões, ante despesas de R$ 13,348 milhões, mantendo margem operacional robusta. No período, o fundo distribuiu R$ 31,342 milhões em proventos aos cotistas, preservando parte do caixa para equalização de rendimentos.

O rendimento do CPTS11 foi de R$ 0,09 por cota na competência de janeiro, com pagamento efetuado em 20 de fevereiro de 2026 aos investidores elegíveis. Esse dividendo corresponde a 111,3% do CDI líquido de 15% de IR, considerando a cotação de mercado do mês. Ao fim de janeiro, o fundo mantinha resultado retido de R$ 0,007 por cota, oferecendo flexibilidade para a gestão nas próximas distribuições.

No cenário-base traçado pela gestora, a distribuição deve permanecer próxima de R$ 0,09 por cota nos meses seguintes, implicando dividend yield anualizado de 14,05%. Em um ambiente mais favorável, o valor pode alcançar R$ 0,10 por cota, refletindo um retorno anual estimado de 15,72%. Já no cenário conservador, a projeção é de R$ 0,08 por cota, o que representaria yield de 12,40% ao ano.

Desempenho e mercado

O FII CPTS11 registrou rentabilidade de 6,63% em janeiro, superando o IFIX (2,27%) e o IMA-B (1,0%). A rentabilidade patrimonial foi de 1,64%, sinalizando contribuição positiva tanto da carteira de recebíveis quanto da parcela em fundos listados. A gestão destacou disciplina na marcação a mercado e seletividade na alocação.

A cota terminou janeiro a R$ 8,17, um desconto de 11,6% em relação ao valor patrimonial de R$ 9,24 por cota. Esse deságio pode oferecer potencial de convergência caso o cenário de juros e a execução da estratégia se mantenham favoráveis. Para investidores, o spread entre preço e valor patrimonial reforça a atratividade relativa do ativo.

Na carteira, os recebíveis apresentaram marcação a mercado a IPCA + 8,40%, enquanto a cesta de fundos imobiliários rendeu 2,03% no mês. Os CRIs seguem relevantes, representando 23,6% dos ativos totais, distribuídos em 11 operações. Assim, o CPTS11 combina geração de renda com diversificação e gestão ativa, mantendo foco em liquidez e resiliência.

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