A busca por fontes de energia mais sustentáveis e limpas tem acelerado globalmente, com a energia renovável assumindo papel de destaque. Segundo estudo recente da Agência Internacional de Energia (IEA), os meios renováveis devem ultrapassar o carvão como principal fonte energética até o final de 2026, ou até antes, dependendo de fatores climáticos e de preços de combustíveis.
Essa previsão evidencia uma mudança significativa na matriz energética mundial, que passa a ser fortemente dominada por usinas solares, eólicas e hidrelétricas.
No cenário internacional, a participação de fontes renováveis na geração de energia deverá atingir cerca de 19% em 2025, crescendo de 15% em 2024, enquanto a participação do carvão cairá para abaixo de 33%.
No Brasil, a presença de energia hidrelétrica consolidada reforça sua posição, mas setores de energia solar e eólica oferecem potencial de expansão significativa, especialmente para investidores que buscam vantagens iniciais.
SNEL11 se destaca como investimento em energia solar no Brasil
Dentro deste mercado emergente, o fundo imobiliário SNEL11, gerido pela Suno Asset, surge como uma alternativa atrativa às perspectivas de crescimento do setor de energias renováveis.
Especializado em usinas fotovoltaicas, o fundo já possui um patrimônio de cerca de R$ 310 milhões distribuídos por 17 usinas, algumas adquiridas em estágio operacional e outras construídas pelo próprio fundo. Recentemente, o SNEL11 atingiu sua maior receita de locação, de aproximadamente R$ 1,868 milhão, impulsionada pela entrada em operação do projeto Angra.
Investidores que acompanham o fundo têm recebido dividendos estáveis de R$ 0,10 por cota, refletindo uma rentabilidade superior a 14% ao ano, além de serem isentos de tributação. Esses resultados reforçam o potencial de monetização do portfólio de energia solar e a relevância do SNEL11 no contexto de ampliação da energia renovável no Brasil.
Estratégias de crescimento e oportunidade de investimento no SNEL11
O FII SNEL11 está atualmente realizando sua quarta oferta de cotas, tentando captar aproximadamente R$ 637 milhões para ampliar seu portfólio, com foco em aquisição de até 18 usinas prontas e quatro em fase de construção. O preço unitário da cota foi fixado em R$ 8,60, composto por R$ 8,32 de valor patrimonial e R$ 0,28 relativos à subscrição.
As etapas de direitos de preferência permanecem abertas a investidores existentes até 25 de setembro, enquanto investidores institucionais e demais interessados podem participar até 9 de setembro na B3. Outros períodos de coleta de intenções acontecerão em setembro e outubro, ampliando as oportunidades de entrada no fundo.
Os recursos captados pelo SNEL11 serão utilizados na aquisição de ativos de geração de energia limpa, promovendo o crescimento do portfólio e reforçando o papel da energia renovável na matriz energética brasileira.