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DIVS11: fundo fecha 2025 com 16% de retorno e supera índice importante

DIVS11: fundo fecha 2025 com 16% de retorno e supera índice importante
FI-Infa da Sparta. Foto: Pixabay

O fundo de infraestrutura DIVS11 da Sparta encerrou 2025 com retorno de 16,0%, superando o IDkA IPCA 5A em 3 pontos percentuais e ficando 0,6 p.p. acima da meta definida. Em um cenário de spreads comprimidos e menor assimetria nas novas emissões, a gestão ativa foi o principal motor de performance, reforçando a consistência do mandato e a disciplina na seleção de créditos.

A estratégia priorizou alocação em emissões com boa relação risco-retorno e controle rigoroso de duration. Assim, o FI-Infra entregou IPCA 5A + 2,6%, acima do objetivo de IPCA 5A + 2,0%. Esse resultado evidencia como a curadoria de operações e o posicionamento tático contribuíram para capturar prêmios em um ambiente competitivo, sem abrir mão da qualidade de risco.

Em termos de distribuição, o DIVS11 pagou R$ 14,4 por cota em 2025, o que equivale a um dividend yield médio de 15,4% no período. Em dezembro, a distribuição foi de R$ 1,20 por cota, cálculo ancorado na projeção do CDI futuro somado ao spread médio da carteira. Essa política de rendimentos se manteve estável, mesmo com a dinâmica de mercado menos favorável.

Em dezembro, a carteira passou por ajustes pontuais com a entrada de três novos emissores — Helexia SBH4, Cerradinho e Colombo — diversificando fluxos e origens setoriais. O spread de crédito permaneceu em 0,2% ao ano, a duration subiu para 1,7 ano e o caixa recuou para 7,1%, enquanto o carrego encerrou o mês em IPCA + 7,9%, patamar atrativo frente ao risco assumido.

Para 2026, a Sparta sinaliza continuidade de uma abordagem conservadora, sustentando foco em emissões com garantias robustas e estruturação consistente. A gestão reafirmou a distribuição mínima mensal de R$ 1,20 por cota, reforçando previsibilidade aos cotistas e disciplina no uso do caixa em novas oportunidades.

Por fim, a gestora realizará uma live de resultados em 14 de janeiro de 2026, detalhando a alocação, perspectivas de mercado e os próximos passos do DIVS11. O evento deve aprofundar métricas de risco, pipeline de operações e a leitura do time sobre inflação, curva de juros e spreads, elementos chave para sustentar a tese do fundo.

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