Dez fundos imobiliários anunciam distribuição de proventos nesta quarta-feira (14), com destaque para KNIP11 e KNCR11 pelos valores por cota. Os cotistas do KNIP11 receberão R$ 0,70, enquanto os do KNCR11 terão direito a R$ 1,30 por cota. O crédito é feito automaticamente na conta da corretora vinculada ao investidor, sem necessidade de solicitação adicional.
Entre os pagadores do dia estão KCRE11, KNCR11, KNHY11, KNIP11, KNSC11, RBHG11, RBHY11, RPRI11, TRBL11 e VCJR11. A faixa de proventos varia de R$ 0,09 a R$ 1,30 por cota, refletindo a composição e a estratégia de cada portfólio. Para o investidor, é essencial acompanhar o histórico e a consistência de pagamentos.
Os fundos imobiliários são obrigados por lei a distribuir, no mínimo, 95% do resultado semestral, embora a prática do mercado seja efetuar pagamentos mensais. Para pessoas físicas, esses rendimentos costumam ser isentos de Imposto de Renda, o que aumenta a atratividade dessa classe de ativos na busca por renda passiva.
Principais destaques do dia: KNCR11 paga R$ 1,30 por cota, com DY de 1,23% no mês e 13,74% em 12 meses, caracterizando-se como FII de papel administrado pela Intrag desde novembro de 2012. Já KNIP11 distribui R$ 0,70 por cota, com DY de 0,77% mensal e 11,14% anual, também um FII de papel sob gestão da Intrag desde setembro de 2016. O RBHY11 oferece R$ 1,05 por cota, com DY de 1,37% no mês e 16,38% em 12 meses.
Antes de investir, é importante lembrar que fundos imobiliários são ativos de renda variável, sujeitos a oscilações de mercado, vacância, inadimplência e mudanças de juros. Apesar do apelo de renda, o investidor deve avaliar risco, liquidez e diversificação, evitando concentrar recursos em poucos setores ou gestores.
Para quem inicia, recomenda-se manter uma reserva de emergência e quitar dívidas caras antes de aportar em FIIs. Isso reduz a necessidade de resgates em momentos desfavoráveis e melhora a disciplina de longo prazo. A análise do DY, da qualidade do portfólio e da governança do fundo ajuda a selecionar ativos mais resilientes.
Por fim, revisar relatórios gerenciais, política de alocação e duração média dos títulos em FIIs de papel dá mais clareza sobre a sustentabilidade dos proventos. Dessa forma, os investidores de fundos imobiliários podem tomar decisões mais informadas e alinhadas a seus objetivos.