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FIIs batem recordes na B3 com 3,033 mi de cotistas

FIIs batem recordes na B3 com 3,033 mi de cotistas
FIIs superam 3 milhões de investidores, e estoque atinge R$ 200 bilhões na B3

A indústria de fundos imobiliários começou 2026 em seu melhor momento, cravando novos recordes em base de investidores e patrimônio. Segundo o Boletim Mensal da B3, o número de cotistas alcançou 3,033 milhões em janeiro, enquanto o patrimônio em custódia somou R$ 200 bilhões. Os dados confirmam a consolidação dos FIIs como um dos principais destinos do capital de pessoa física na renda variável brasileira.

Em relação a dezembro de 2025, foram adicionados 70 mil investidores, quando o total era de 2,963 milhões. O avanço mostra resiliência mesmo após períodos de maior volatilidade e indica uma busca contínua por renda passiva e diversificação. Para muitos, os fundos imobiliários permanecem uma alternativa atrativa ao combinar distribuição de rendimentos e exposição ao mercado imobiliário.

Com o aumento da base, o patrimônio em custódia também avançou, de R$ 194 bilhões para R$ 200 bilhões em janeiro. Esse estoque financeiro captura o valor total das cotas mantidas em mercado e reflete o fôlego da indústria listada. A expansão sugere maior confiança dos investidores e recuperação gradual de preços em alguns segmentos.

Volume e listagem também reforçam a trajetória positiva. O volume negociado somou R$ 9,7 bilhões em janeiro, acima dos R$ 8,3 bilhões de dezembro, sinalizando maior liquidez e participação. Além disso, o total de FIIs listados na B3 passou de 429 para 434, revertendo a estabilidade recente e ampliando o leque de estratégias.

Recordes impulsionam os FIIs na B3

O ambiente de juros em moderação, combinado à busca por renda recorrente, tem sustentado o apetite por FIIs. A presença crescente de investidores pessoa física, aliada à abertura de novos fundos, fomenta competição saudável e melhora a eficiência de preços. Palavras como governança, transparência e custos competitivos ganham relevância na seleção de carteiras.

Para o investidor, os dados de janeiro funcionam como termômetro do mercado. A ampliação da base, o salto de patrimônio e a alta no volume negociado reforçam a maturidade do ecossistema. Olhar para setores, qualidade dos ativos e histórico de distribuição permanece essencial para navegar a nova fase dos fundos imobiliários.

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