O fundo imobiliário GARE11 concluiu sua 7ª emissão com a colocação de 141,7 milhões de cotas, que passarão a ser negociadas na B3 a partir de 14 de janeiro de 2026. Todas as cotas subscritas e integralizadas farão jus aos rendimentos do fundo desde a data de conversão, respeitando a regra de rateio pró-rata. A oferta movimentou investidores de diferentes perfis e consolidou o veículo no mercado de FIIs.
A conversão dos recibos da 7ª emissão, negociados entre os códigos GARE13 e GARE22, está marcada para 13 de janeiro de 2026, com liberação para negociação no dia seguinte. O rendimento pró-rata referente ao período foi divulgado em 30 de dezembro de 2025, assegurando transparência aos cotistas. Entre os recibos, o GARE15 se destacou como o maior volume, refletindo a forte demanda institucional.
O GARE15 concentrou 44,2 milhões de cotas integralizadas em setembro, sinalizando robustez na colocação. Em seguida, GARE21 registrou 20,2 milhões de cotas em dezembro, enquanto GARE19 e GARE20 somaram 19,8 milhões e 18,7 milhões de cotas, respectivamente. Esse escalonamento de integralizações ajudou a distribuir a liquidez ao longo do trimestre, reduzindo fricções no book.
A captação total atingiu R$ 1,27 bilhão, considerando 141,7 milhões de cotas a R$ 9,01 cada (incluindo custos de distribuição). O preço unitário base foi de R$ 9,00 por cota, parâmetro que guiou a precificação. A distribuição contemplou diferentes fases, permitindo participação ampla entre atuais cotistas e novos investidores.
No direito de preferência, foram alocadas 8,9 milhões de cotas, preservando a diluição controlada. A distribuição remanescente respondeu por 35,4 milhões de cotas, enquanto o lote adicional absorveu 97,2 milhões, reforçando a procura. Essa estrutura favoreceu a eficiência da oferta e a formação de um free float mais profundo.
Entre os investidores, fundos de investimento lideraram com 124,6 milhões de cotas distribuídas entre 37 participantes, evidenciando o apelo institucional de GARE11. Pessoas físicas somaram 9.970 CPFs com 6,5 milhões de cotas; outras pessoas jurídicas ficaram com 9,9 milhões (29 investidores); e entidades de previdência adquiriram 555.998 cotas. Em conjunto, os dados indicam base diversificada e potencial de liquidez consistente.
Com a conclusão da emissão e a conversão efetiva, GARE11 inicia um novo ciclo com maior base de cotistas, liquidez ampliada e previsibilidade de rendimentos pró-rata, fatores que tendem a apoiar a atratividade do fundo no segmento de FIIs.
