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GARE11 paga R$ 0,083 por cota e detalha mudanças na gestão

Dois homens de terno sentados em uma mesa com papéis

Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário GARE11 (Guardian Real Estate) anunciou o pagamento de R$ 0,083 por cota referente aos resultados de fevereiro. O repasse ocorrerá em 6 de março de 2026 para investidores com posição até 27 de fevereiro de 2026. O provento será isento de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme as regras aplicáveis aos FIIs, reforçando a atratividade do veículo para quem busca renda recorrente.

Com base no preço de fechamento de janeiro (R$ 8,79), o rendimento mensal estimado é de aproximadamente 0,94%. Esse indicador ajuda o investidor a comparar a performance do GARE11 com pares do segmento e com alternativas de renda variável e fixa, considerando o cenário de taxas de juros e a dinâmica do mercado imobiliário.

Em seu relatório mais recente, a gestora destacou a execução disciplinada das estratégias operacionais ao longo do ano, incluindo a venda de 10 imóveis urbanos. Essa movimentação contribuiu para reduzir a alavancagem do portfólio e ampliar as disponibilidades em caixa, criando margem para alocações oportunísticas e gestão ativa.

A 7ª emissão de cotas, concluída em dezembro, captou aproximadamente R$ 1,28 bilhão (R$ 1.276.971.217,15), configurando a maior captação da história do fundo. Esse volume reforça a confiança do mercado na tese de investimento do GARE11 e oferece escala para ganhos de eficiência na gestão e na originação de operações.

GARE11 aprova ajustes estruturais após captação recorde

Em Assembleia Geral Extraordinária (AGE), o fundo aprovou alterações relevantes: retificação de mandato para operações com “potencial conflito de interesse”, aumento do capital autorizado e inclusão da prerrogativa de recompra de cotas. Tais medidas buscam dar mais flexibilidade à gestão, ao mesmo tempo em que preservam a governança e a transparência com os cotistas.

A gestora esclareceu que não há cobrança duplicada de taxa de gestão nas estruturas indiretas do fundo. Além disso, negou a intenção de realizar captações bilionárias de R$ 10 bilhões, R$ 20 bilhões, R$ 50 bilhões ou R$ 100 bilhões no curto prazo, reforçando o compromisso com um crescimento gradual e alinhado às oportunidades de mercado para o GARE11.

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