O HGCR11 encerrou dezembro de 2025 com resultado distribuível de R$ 17,418 milhões, equivalente a R$ 1,13 por cota, um avanço de 24,4% frente a novembro. Aos cotistas, o fundo pagou R$ 1,00 por cota em 15 de janeiro de 2026, mantendo disciplina na distribuição e preservação de caixa para o início do ano.
No desempenho operacional, as receitas atingiram R$ 18,014 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 978,48 mil. O resultado acumulado fechou o mês em R$ 0,75 por cota, acima dos R$ 0,62 por cota de novembro, refletindo maior eficiência da carteira e realizações táticas.
A inflação acumulada somou R$ 0,81 por cota, abaixo dos R$ 1,07 do mês anterior. A combinação entre resultado e inflação alcançou R$ 1,56 por cota, contra R$ 1,69 em novembro, impactada pela desaceleração dos índices e pelos efeitos de realocação.
Com destaque, a venda integral dos CRIs GPA Sênior e GPA Subordinado adicionou R$ 0,47 por cota ao resultado, reforçando o ganho de capital. Movimentos adicionais, como a alienação total do CRI Iguatemi Fortaleza Mezanino e a redução no CRI Almeida Jr. I, somaram R$ 0,02 por cota em contribuições.
O recebimento de prêmios nos CRIs Urban Hub, Mega Moda, Ecopark II, EBM e JFL Ipês acrescentou R$ 0,03 por cota, enquanto a saída do FII GAME11 trouxe impacto negativo de R$ 0,16 por cota. Esses ajustes evidenciam a estratégia ativa de gestão, priorizando riscos e retornos ajustados ao ciclo.
A carteira do FII HGCR11 terminou dezembro com 95,5% do patrimônio alocado, sendo 86,2% em CRIs e operações estruturadas. A rentabilidade média ponderada está em 14,1% ao ano (IPCA + 9,2%), com prazo médio de 3,6 anos, o que sustenta previsibilidade de caixa e sensibilidade positiva à inflação.
No total, são 40 CRIs e 1 operação estruturada: 90% indexados ao IPCA, 9% ao CDI, 1% pré-fixados e 0,1% ao IGP-M. Esses vetores, somados ao carrego inflacionado, devem sustentar a geração de caixa do HGCR11 nos próximos meses.
