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IBBP11 salta 44,7% e reforça tese com ocupação total

Fundo IBBP11.Foto: iStock

Fundo IBBP11.Foto: iStock

A valorização de 44,7% do patrimônio desde o início de 2025 posicionou o fundo imobiliário IBBP11 entre os destaques do mercado. O movimento decorre da reavaliação positiva dos ativos a preços de mercado, refletindo maior demanda por espaços industriais e logísticos de qualidade. Somado a isso, o retorno total atingiu 18,5% no ano, reforçando a atratividade do veículo para investidores em busca de renda e valorização.

Em linha com o planejamento, o fundo manteve regularidade nas distribuições aos cotistas. Em dezembro de 2025, foram definidos R$ 0,08 por cota para as classes Sênior e Ordinária, com pagamento em janeiro de 2026 aos investidores posicionados em 7 de janeiro. Essa previsibilidade decorre de reservas financeiras robustas e contratos de longo prazo que mitigam volatilidade.

Durante 2025, o IBBP11 entregou aproximadamente 40 mil m² de novas áreas, incluindo os edifícios Messier e Antares, já ocupados por Petfive e Solventum. A expansão da ABL gerou escala operacional, aumento de receita recorrente e maior diversificação de riscos. Esses fatores contribuíram para a consistência do fluxo de caixa e sustentaram a valorização patrimonial.

Novos projetos avançam no condomínio Gaia Terra, com o início das obras dos edifícios Jacarandá e Jequitibá. O empreendimento terá 17 mil m² de ABL, com ocupação pelo Grupo MCassab e conclusão prevista para o quarto trimestre de 2026, além de possibilidade de ampliações. Esse pipeline cria visibilidade de crescimento orgânico e reforça a tese do portfólio.

O IBBP11 opera com 100% de ocupação e 99% de adimplência, indicando solidez contratual e baixa inadimplência. O prazo médio de nove anos nos contratos reduz o risco de vacância e confere estabilidade às receitas. O fundo registrou lucro líquido de R$ 2,8 milhões em dezembro de 2025, consolidando fundamentos operacionais consistentes.

O portfólio inclui os condomínios Barão de Mauá, Centro Empresarial Atibaia, Complexo Gaia e Jundiaí I/II, localizados em um corredor logístico que concentra cerca de 60% do PIB nacional. Com 69 mil m² construídos, 38 mil m² em obra e 163 mil m² disponíveis, o IBBP11 mantém um pipeline extenso e resiliente. O Brazilian Business Park destaca-se como um dos maiores complexos industriais da América Latina, com infraestrutura completa para energia, telecomunicações, gestão ambiental e saneamento, atendendo 23 empresas, majoritariamente multinacionais.

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