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IFIX toca máxima de 52 semanas e fecha em alta de 0,21%

IFIX fecha em leve alta e rompe barreira dos 3.820 pontos

IFIX fecha em leve alta e rompe barreira dos 3.820 pontos

O IFIX encerrou a sessão desta quinta-feira (22) em 3.820,20 pontos, alta de 0,21% (+7,89 pontos) em relação ao fechamento anterior, segundo a B3. O índice de fundos imobiliários permaneceu acima dos 3.800 pontos ao longo de todo o pregão, indicando apetite por risco no segmento e continuidade da tendência positiva observada nas últimas semanas.

Ao longo do dia, o IFIX oscilou entre a mínima de 3.812,31 e a máxima de 3.823,56 pontos, esta última representando o maior nível do período de 52 semanas. O movimento reforça a leitura de que o mercado de FIIs vem consolidando ganhos diante de um ambiente mais estável de juros e melhora na liquidez.

O fechamento próximo à máxima intradiária evidenciou a força compradora, com o índice confirmando a superação da barreira dos 3.820 pontos no fim das negociações. Esse comportamento sugere continuidade do fluxo para ativos de renda imobiliária, sustentado por expectativas de distribuição de rendimentos e reprecificação de portfólios.

Entre os destaques positivos, o XPCI11 liderou as altas do dia, avançando 2,86% e fechando a R$ 86,00. O desempenho refletiu a boa percepção do mercado sobre a qualidade de crédito da carteira e a atratividade do yield corrente. Em seguida, o URPR11 subiu 2,33%, encerrando a R$ 40,00, apoiado por movimentações de fluxo e leitura favorável para recebíveis.

No campo negativo, o BTAL11 registrou a maior queda, recuando 1,96% para R$ 84,82, em movimento de ajuste após ganhos recentes e rotação setorial. O PMIS11 também cedeu, com baixa de 1,87%, finalizando a R$ 8,38, refletindo menor interesse no curto prazo por fundos de menor liquidez.

Perspectivas para o curto prazo permanecem construtivas para o IFIX, com suporte técnico acima dos 3.800 pontos e catalisadores ligados a cortes graduais de juros e melhora da atividade no mercado imobiliário. Ainda assim, investidores devem monitorar eventos macroeconômicos e divulgações de relatórios gerenciais, que podem influenciar a precificação dos principais FIIs.

Impactos setoriais podem seguir desiguais, com fundos de recebíveis e híbridos sustentando o desempenho, enquanto carteiras mais sensíveis ao ciclo permanecem dependentes da evolução dos indicadores de vacância e reajustes de contratos.

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