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IFIX recua 0,2% após testar máxima de 52 semanas

IFIX recua aos 3.853 pontos e começa semana em queda de 0,2% - Foto: Pixabay

IFIX recua aos 3.853 pontos e começa semana em queda de 0,2% - Foto: Pixabay

O Índice de Fundos de Investimento Imobiliário (IFIX) encerrou a sessão desta segunda-feira (2) em queda de 0,2%, aos 3.853,10 pontos, uma variação negativa de 7,89 pontos em relação ao fechamento anterior. O movimento refletiu um pregão de viés vendedor, apesar da marcação de uma nova máxima de 52 semanas durante o intraday, indicando volatilidade e realização de lucros pontual.

Logo na abertura, o índice partiu de 3.860,89 pontos e rapidamente entrou em terreno negativo. Ao longo do dia, oscilou entre a mínima de 3.851,79 pontos e a máxima de 3.863,04 pontos, esta última configurando o pico do período de 52 semanas. Mesmo com o teste das máximas, o fechamento em baixa sugere cautela dos investidores diante do cenário macro.

Entre os destaques positivos, o RBRX11 puxou as altas com avanço de 3,76%, terminando a R$ 8,83. Na sequência, o HSML11 subiu 2,3% e fechou a R$ 93,99, sustentado por expectativas de melhor desempenho no segmento de shoppings. Esses movimentos ajudaram a mitigar parte da pressão vendedora sobre o agregador do IFIX.

Do lado negativo, o CACR11 liderou as quedas, recuando 3,17% para R$ 81,25, enquanto o TGAR11 caiu 3% e terminou a R$ 75,21. A correção nesses papéis contribuiu para o desempenho fraco do índice, sobretudo em um dia de ajustes após recentes altas. A dispersão entre ganhos e perdas reforça a seletividade do mercado.

Para o investidor, a leitura do pregão recomenda atenção aos fundamentos dos fundos e à dinâmica setorial. Movimentos de curto prazo no IFIX podem refletir ajustes táticos, mas a composição por segmentos — shoppings, logística, crédito imobiliário — segue sendo determinante para o risco-retorno. A diversificação permanece como estratégia-chave.

Em termos técnicos, o teste da máxima de 52 semanas sinaliza resistência relevante. Uma eventual superação consistente pode abrir espaço para novo patamar de preços; por outro lado, a perda das mínimas intraday exigiria revisão dos suportes. A agenda macro e a curva de juros seguem no radar dos participantes do mercado de FIIs e do IFIX.

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