O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) fechou em 3.876,96 pontos na quarta-feira (25), alta de 9,33 pontos (+0,24%) frente ao fechamento anterior, de 3.867,63 pontos. A abertura ocorreu no mesmo nível do dia anterior, refletindo um pregão de variação contida e direcionamento positivo.
Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre o piso de 3.867,63 pontos e o teto de 3.877,72 pontos. A amplitude estreita indica um mercado cauteloso, porém sustentado pela demanda por renda recorrente e proteção contra volatilidade.
O desempenho manteve o IFIX próximo do pico de 52 semanas, cravado em 3.877,72 pontos, enquanto o vale do período segue em 3.106,22 pontos. A proximidade do topo sugere apetite por risco moderado e resiliência do segmento diante do cenário macro.
Destaques individuais dos FIIs
O HGRE11 (Pátria Escritórios FII) liderou as altas ao subir 2,12%, fechando a R$ 128,32, impulsionado por percepção de desconto e expectativas de melhora na ocupação. O CCME11 (Canuma Capital Multiestratégia FII) veio na sequência, com valorização de 1,76%, terminando a R$ 9,25, apoiado por performance tática de carteira.
No campo negativo, o GZIT11 (Gazit Malls FII) registrou a maior queda do dia, recuando 1,53% e encerrando a R$ 44,95, em meio a ajustes no segmento de shoppings. O VGIR11 (Valora CRI Índice de Preço FII) teve a segunda maior baixa, de 1,22%, a R$ 80,15, refletindo realização após ganhos recentes.
Para o investidor, a leitura é de continuidade da busca por yield com disciplina de risco. A proximidade do topo anual do IFIX e a dispersão de resultados entre tijolo e papel reforçam a importância da diversificação.
Em síntese, o IFIX consolidou ganho moderado, com rotação setorial e interesse estável por renda imobiliária listada. O foco permanece na qualidade dos portfólios, gestão ativa e fundamentos de longo prazo.