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KNCR11 aporta R$ 425 mi em CRI da JHSF com CDI + 2,25%

KNCR11 aporta R$ 425 mi em CRI da JHSF com CDI + 2,25%
Imagem gerada por IA

O KNCR11 (Kinea Rendimentos Imobiliários) alocou cerca de R$ 425 milhões na compra de um CRI lastreado em empreendimentos da JHSF Malls, conforme relatório gerencial da gestora divulgado nesta semana. A emissão é garantida por ativos de alta qualidade, como o Shopping Cidade Jardim e o Catarina Fashion Outlet, e reforça a estratégia do fundo em crédito corporativo com risco pulverizado e robustas garantias.

A remuneração da operação foi definida em CDI + 2,25% ao ano, patamar atrativo dentro do universo de CRIs corporativos. Além disso, o instrumento contempla fiança corporativa da JHSF Participações, empresa de capital aberto, e proteções usuais de mercado, como covenants financeiros, alienação fiduciária e cessão de recebíveis dos ativos imobiliários, elevando a segurança do fluxo.

Na carteira atual, o KNCR11 mantém 75,5% do patrimônio em CRIs indexados ao CDI, com remuneração média de CDI + 2,04% ao ano e prazo médio de 3,5 anos. Esse perfil sustenta um carrego competitivo frente à taxa DI, ao mesmo tempo em que preserva liquidez e previsibilidade no curto e médio prazos.

Com a 12ª emissão, o fundo captou aproximadamente R$ 3,18 bilhões por meio da subscrição de 30.579.898 novas cotas. Os recursos já começaram a ser direcionados para novas oportunidades de crédito imobiliário, em linha com o pipeline mapeado pela gestora e com foco em operações com garantias sólidas e spreads ajustados ao risco.

Cerca de R$ 2,5 bilhões em potenciais operações encontram-se em análise e estruturação, com desembolsos previstos para as próximas oito a doze semanas. Esse cronograma deve contribuir para a manutenção do nível de alocação e do rendimento corrente, mitigando efeitos de caixa ocioso no curto prazo.

Em distribuição, o fundo pagou R$ 1 por cota em 12 de março de 2026, referente ao mês de fevereiro, o que representou um dividend yield mensal de 0,98%, equivalente a 98% da taxa DI. Ao fim de fevereiro, o patrimônio líquido somou R$ 10,95 bilhões, com base de mais de 553 mil cotistas, evidenciando escala e liquidez relevantes no mercado.

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