O fundo ETF NDIV11, administrado pela Nu Asset, anunciou a distribuição de R$ 0,4705528 por cota aos investidores. A data-base foi definida para 6 de fevereiro de 2026, com liquidação em 13 de fevereiro do mesmo ano. Com a cota a R$ 130,44 no fim de janeiro, o rendimento mensal estimado ficou em torno de 0,36%, reforçando o apelo do produto para quem busca renda periódica em renda variável.
Além do pagamento, o NDIV11 se destaca pela liderança entre os ETFs de renda variável nacionais em patrimônio administrado e número de cotistas. Recentemente, o fundo registrou o melhor desempenho em dividend yield da categoria, consolidando sua atratividade em um cenário de maior busca por distribuição de proventos.
Como replica o Ibovespa Smart Dividendos, o NDIV11 acompanha empresas do Ibovespa com histórico consistente de proventos ao longo dos últimos seis anos. Essa abordagem prioriza resiliência e recorrência, aspectos alinhados ao investidor que procura previsibilidade na renda via ETF sem abrir mão da diversificação.
A gestão complementa a estratégia com o aluguel de ações, reduzindo o impacto da taxa de administração. Nesse mecanismo, as ações da carteira são temporariamente emprestadas a outros participantes do mercado, gerando receita adicional que retorna ao patrimônio do fundo, ajudando a melhorar o resultado líquido para o cotista.
As mudanças tributárias de 2025 impulsionaram companhias a antecipar e ampliar a distribuição de dividendos e JCP, o que beneficiou diretamente o NDIV11. A carteira do Ibovespa somou cerca de R$ 600 bilhões em proventos no ano, com aceleração ao longo dos trimestres, refletindo-se no desempenho do índice e, por consequência, do fundo.
Na composição setorial, o NDIV11 é mais exposto a Utilidade Pública (28%), Materiais Básicos (26%) e Financeiro (25%). Também estão presentes Consumo Cíclico (7%), Comunicações (4%), Energia (4%), Bens Industriais (3%) e Consumo Não Cíclico (3%), oferecendo amplitude setorial ao investidor.
Para quem avalia por que investir em um ETF, a resposta passa por diversificação, eficiência de custos e simplicidade operacional. Os ETFs reúnem cestas de ativos — como ações — e tendem a reduzir riscos específicos frente à escolha de papéis individuais, combinando conveniência e exposição ampla ao mercado.