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NEWU11 lança segunda oferta com preço de R$ 85,97 por cota

Fundo imobiliário anuncia oferta de R$ 272 milhões; veja detalhes

Fundo imobiliário anuncia oferta de R$ 272 milhões; veja detalhes

O NEWU11 confirmou sua segunda oferta pública de cotas, com potencial de captação de R$ 272 milhões, considerando a emissão de até 3.265.699 novas cotas. A operação toma como referência a cota patrimonial de 30 de novembro de 2025 e estabelece direito de preferência aos cotistas atuais, respeitando o prazo indicado após o anúncio. A iniciativa busca ampliar o portfólio do fundo com ativos institucionais de alta qualidade.

Qual o preço das novas cotas do NEWU11? Cada cota será ofertada por R$ 83,29, acrescida de taxa de distribuição de R$ 2,68 (3,22%), resultando em preço final de R$ 85,97 por cota para o investidor. A aplicação mínima será de uma cota, favorecendo a participação ampla de investidores individuais e institucionais.

As condições mínimas da oferta preveem captação mínima de R$ 10.000.047,27, equivalente a 120.063 cotas. Há, ainda, a possibilidade de lote adicional de 25%, adicionando 816.425 cotas, o que pode elevar o montante total para até R$ 340.000.107,96, dependendo da demanda. Esse mecanismo confere flexibilidade à distribuição e à alocação dos recursos.

Como funcionará o direito de preferência? Cotistas posicionados até o terceiro dia útil após o anúncio terão prioridade para subscrever novas cotas, no fator de proporção de 4,4012. O exercício poderá ser feito via B3 ou junto ao escriturador, conforme instruções operacionais do coordenador líder e prazos do cronograma.

A estrutura de integralização ocorrerá em cinco séries: a primeira com pagamento à vista e as demais com chamadas de capital programadas em 6, 12, 18 e 24 meses, respectivamente. Essa estrutura dilui o desembolso no tempo e permite gestão mais eficiente do caixa do fundo, alinhada ao pipeline de aquisições.

Para que serão usados os recursos? O NEWU11 pretende alocar o capital em imóveis institucionais e comerciais, como lajes corporativas e edifícios monousuários em centros urbanos. Embora não haja ativos específicos divulgados, o fundo avalia propriedades prontas e ocupadas, sob acordos de confidencialidade, buscando qualidade, estabilidade de renda e potencial de valorização.

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