O fiagro OIAG11 anunciou a distribuição de R$ 0,12 por cota em proventos aos investidores com posição até 6 de março de 2026. O pagamento está programado para 13 de março de 2026 e corresponde a um dividend yield mensal de 1,30% considerando o preço de R$ 9,23 por cota. A operação reforça a consistência do fundo em manter repasses alinhados ao desempenho de sua carteira.
Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme as regras aplicáveis aos fiagros listados na B3, o que potencializa o retorno líquido ao cotista. Esse diferencial tributário segue como um dos principais atrativos da classe, especialmente em períodos de juros elevados.
Em dezembro, o OIAG11 realizou ajustes estratégicos em sua alocação, priorizando instrumentos com remuneração atrelada ao CDI. Foram investidos R$ 4,2 milhões em cotas sênior do Spaço Agrícola Fiagro, com retorno de CDI + 4,0% até junho de 2028. Adicionalmente, aportou R$ 2,5 milhões no Florindo Agro Fiagro, com taxa de CDI + 3,5% e vencimento em dezembro de 2028, reforçando o perfil de renda da carteira.
Para otimizar a diversificação e elevar o rendimento médio, o fundo vendeu aproximadamente R$ 3 milhões em cotas do Fiagro Ponto Rural. A liquidação do CRA Coruripe também contribuiu para recompor o caixa, criando margem para novas oportunidades sem comprometer o nível de distribuição.
Como reflexo dessas movimentações, os ativos-alvo passaram a representar 92,6% do patrimônio líquido em dezembro, avanço frente aos 92,0% do mês anterior. O OIAG11 encerrou o período com R$ 6,6 milhões disponíveis, reforçando a flexibilidade para futuras alocações em operações estruturadas e crédito agro.
No resultado do mês, o fundo apurou R$ 0,118 por cota e distribuiu R$ 0,120 por cota, utilizando R$ 0,002 da reserva. Mantém ainda uma reserva robusta de R$ 0,139 por cota, o que sustenta a previsibilidade das próximas distribuições. O resultado contábil mensal somou R$ 1,06 milhão, em linha com a estratégia de geração de renda do fiagro.
