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RECT11 mantém R$ 0,45 por cota e reforça previsibilidade

RECT11 mantém R$ 0,45 por cota e reforça previsibilidade
Imagem gerada por IA

O dividendos do RECT11 foi anunciado em R$ 0,45 por cota, conforme comunicado da administradora. O pagamento ocorrerá em 13 de março de 2026, com direito aos cotistas posicionados no fechamento de 6 de março de 2026. A distribuição refere-se ao resultado de fevereiro de 2026 e segue o regime de isenção de IR para pessoas físicas, de acordo com as regras aplicáveis aos FIIs.

Este é o quinto repasse consecutivo de R$ 0,45 por cota, reforçando a previsibilidade do veículo. Com a cotação de R$ 39,89 no fechamento de fevereiro, o dividend yield mensal ficou em cerca de 1,13%, um patamar alinhado ao histórico recente do fundo e à sua política de renda.

O foco do dividendos do RECT11 é a geração de receitas recorrentes por meio de contratos de locação em imóveis corporativos. A gestão adota abordagem ativa, buscando eficiência operacional, redução de vacância e otimização de portfólio. Essa estratégia visa estabilidade de fluxo de caixa e manutenção de distribuição consistente aos cotistas ao longo do tempo.

Em janeiro de 2026, o patrimônio total do fundo alcançou R$ 919,83 milhões. Desse montante, R$ 789,47 milhões estavam alocados diretamente em propriedades, refletindo a orientação principal do portfólio para lajes corporativas. Entre os ativos financeiros, havia R$ 2,19 milhões em renda fixa líquida e R$ 10,95 milhões em CRIs, compondo a parcela de liquidez e diversificação.

O caixa do fundo também incluía R$ 108,56 milhões em recebíveis de vendas de ativos e R$ 8,66 milhões em outros componentes patrimoniais. Do lado do passivo, as obrigações somavam R$ 153,26 milhões, das quais R$ 147,03 milhões estavam vinculadas à aquisição imobiliária, com custo médio atrelado a IPCA + 7,37% ao ano.

Com a manutenção do valor distribuído e o reforço na previsibilidade, o dividendos do RECT11 consolida sua atratividade para investidores em renda. A combinação de gestão ativa, carteira focada em escritórios e posição patrimonial robusta sustenta a continuidade de resultados, enquanto a isenção tributária para pessoas físicas melhora o retorno líquido do cotista no curto e médio prazo.

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