O SNCI11 encerrou novembro de 2025 com desempenho sólido, registrando resultado líquido de R$ 4,891 milhões. As receitas distribuíveis somaram R$ 4,552 milhões, enquanto as despesas atingiram R$ 691 mil no período. No mesmo mês, os cotistas receberam R$ 4,2 milhões em proventos, equivalentes a R$ 1,00 por cota, pagos na terça-feira (23), reforçando a previsibilidade de distribuição do fundo.
No acumulado, o fundo apresentou resultado positivo de R$ 0,16 por cota ao fim de novembro. A gestão manteve o guidance de dividendos do SNCI11 para o quarto trimestre de 2025 entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota, sinalizando estabilidade no fluxo de rendimentos. Essa indicação é sustentada pela disciplina na alocação e pelo ritmo de redução de despesas financeiras.
Durante o mês, o portfólio passou por movimentações pontuais e direcionadas à melhoria do retorno ajustado ao risco. O SNCI11 investiu R$ 2,83 milhões no CRI WIMO IV (IPCA + 10,50% a.a.) e R$ 300 mil no CRI LocPay Sênior (23,87% a.a. prefixado). Também alocou R$ 2,50 milhões na quarta série do CRI Bit Barueri (CDI + 5,50%) e vendeu R$ 1,37 milhão em cotas do SNME11, a preço médio de R$ 9,52.
Com foco em solidez, o fundo imobiliário SNCI11 encerrou novembro com caixa de R$ 32,3 milhões e alavancagem líquida de 12,07% do patrimônio líquido. A gestão segue reduzindo a dependência de operações compromissadas, recomprando ativos que haviam sido financiados, o que diminui o custo de capital e eleva a resiliência do portfólio.
Para dezembro, o SNCI11 avalia novas oportunidades em crédito estruturado. Entre elas, uma potencial aplicação de até R$ 2,0 milhões na quinta série do CRI MZM (IPCA + 12,95%) e até R$ 500 mil adicionais no CRI LocPay Sênior. Essas operações podem fortalecer o carrego real da carteira.
Além disso, o fundo considera investir até R$ 5 milhões na quarta série do CRI Bit Barueri, ampliando a exposição a indexadores atrelados ao CDI com spread atrativo. Com essa estratégia, os dividendos do SNCI11 tendem a se sustentar, preservando a diversificação e a qualidade de crédito dos emissores.