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SNEL11 cresce a 75 mil cotistas e quebra recorde de volume

mercado financeiro

Foto: Suno/Banco

O SNEL11 alcançou 75 mil cotistas em março, consolidando uma das expansões mais rápidas entre os fundos temáticos da B3 em 2024. O avanço representa cerca de 10 mil novos investidores em quatro semanas e reforça a tração do veículo no mercado de geração distribuída solar. A marca foi atingida pouco depois de romper 70 mil cotistas em 9 de fevereiro.

A forte evolução ocorreu na esteira da quarta emissão de cotas, concluída recentemente. Essa captação foi relevante em um ambiente de juros elevados e maior seletividade, fatores que, em geral, restringem o apetite de risco. Ainda assim, o SNEL11 manteve demanda consistente e ampliou a base de investidores pessoa física com velocidade.

Como foi a captação da quarta emissão?

A oferta levantou mais de R$ 620 milhões, elevando o patrimônio líquido para R$ 909,3 milhões e aproximando o valor de mercado de R$ 950 milhões. Esse reforço de caixa abre espaço para novas aquisições e diversificação geográfica, alavancando escala e diluindo custos operacionais. Entre os destaques, a operação preservou disciplina de preço e foco em contratos com retorno ajustado ao risco.

Desde o início das operações, a base saltou de cerca de 3 mil para 75 mil investidores, indicando aderência da tese e crescimento orgânico acelerado. O movimento também reflete maior visibilidade do fundo e recorrência de resultados, fatores que aumentam a confiança do mercado no longo prazo. A estratégia em geração distribuída tem sido diferencial competitivo.

SNEL11 bate recorde de volume negociado

O fundo registrou R$ 17,8 milhões em volume em uma única sessão, cravando novo recorde histórico. Segundo fontes, houve possível participação de investidor institucional, ampliando liquidez e profundidade de mercado. Esse marco reforça a percepção de qualidade do portfólio e melhora a formação de preço no secundário.

Quantos ativos o fundo adquiriu recentemente?
O SNEL11 firmou 20 contratos de aquisição por R$ 436,2 milhões, somando 87,5 MWp em 22 cidades de oito estados. Os ativos têm TIR real projetada de 14,44% a.a., líquida de custos, e aceleram o pipeline de receita. Entre os projetos já integrados estão as UFVs Paramirim, Cruzeiro do Sul, Soleil e Juti, que totalizam 16,9 MWp com closing concluído, reforçando a tese em fundos imobiliários de infraestrutura.

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