O fundo imobiliário SNEL11, gerido pela Suno Asset e focado em geração de energia renovável, confirmou a distribuição de R$ 0,10 por cota em 23 de janeiro, referente aos resultados de dezembro. Este é o 19º mês consecutivo de pagamentos, reforçando a previsibilidade do fluxo de caixa para cotistas e o compromisso do fundo com a constância de proventos. O anúncio mantém o histórico de estabilidade e amplia o interesse pelo ativo em um segmento de infraestrutura em expansão.
Para ter direito aos proventos, é necessário possuir as cotas até o fim do pregão desta quinta-feira (15). O dividend yield mensal é de 1,17%, tomando como base o preço de referência de R$ 8,55 registrado em 28 de novembro. Essa métrica ajuda o investidor a comparar a atratividade do rendimento do SNEL11 com outras opções de renda passiva no mercado.
A partir de sexta-feira (16), novas compras só garantem recebimento a partir de fevereiro, desde que o investidor mantenha posição até a próxima Data Com de janeiro. Essa regra segue o calendário padrão de fundos listados e evita confusões sobre elegibilidade aos pagamentos. Assim, quem entrou após a Data Com atual deverá aguardar o próximo ciclo para receber.
Como ficou o SNEL11 após a 4ª oferta?
A 4ª oferta pública do fundo movimentou mais de R$ 620 milhões, fortalecendo a base de capital e a capacidade de investimento. Os participantes da oferta também receberão R$ 0,10 por recibo numerado entre SNEL13 e SNEL25, assegurando alinhamento entre cotistas antigos e novos. Com a captação, o valor de mercado atingiu R$ 950 milhões, elevando os ativos da Suno Asset para R$ 3,3 bilhões, número que evidencia escala e diversificação crescentes.
Os recursos serão direcionados à expansão do portfólio de 17 usinas fotovoltaicas, ampliando geração e receita futura. Em novembro, o fundo reportou R$ 5,349 milhões em receitas imobiliárias, operando com 46% do potencial. Quando em plena capacidade, a projeção é de receita recorrente de R$ 4,870 milhões mensais, patamar que tende a sustentar os proventos e reduzir a volatilidade do fluxo de caixa do SNEL11.
Com a combinação de novas aquisições, maior capacidade instalada e gestão ativa, o fundo reforça seu posicionamento no segmento de infraestrutura sustentável. Para investidores em busca de renda, previsibilidade e exposição à transição energética, o SNEL11 segue como alternativa relevante no universo dos FIIs de energia.
