O fiagro SNFZ11 encerrou 2025 com a manutenção das distribuições mensais de R$ 0,10 por cota, o que resultou em um dividend yield anual de 12,55%. O fundo cumpriu o guidance estabelecido no início do segundo semestre e reportou resultado de R$ 1,29 milhão em dezembro, reforçando a consistência operacional e financeira.
Em dezembro, foram integralizados R$ 6,4 milhões referentes à parcela final do primeiro follow-on de 2025. Esses recursos foram destinados ao pagamento inicial das Fazendas Triângulo e Xavante, adquiridas em junho, reduzindo o endividamento e fortalecendo o patrimônio líquido do fundo. Esse movimento elevou a resiliência da carteira e melhorou o perfil de obrigações futuras.
A base de cotistas apresentou forte expansão, atingindo 8.105 investidores, o maior avanço desde o lançamento do fundo. Esse crescimento indica maior confiança do público no veículo e tende a ampliar a liquidez secundária. Os dados dos dois primeiros meses de 2026 ainda não foram contabilizados.
Em julho de 2025, o SNFZ11 registrou seu melhor resultado histórico, com R$ 0,089 por cota. O desempenho decorreu do aumento da área arrendada — incluindo Coliseu, Triângulo da Gaúcha e Xavante —, da maior geração operacional e dos rendimentos do CRA Jequitibá, beneficiados pelo cenário de Selic elevada. Esse conjunto de fatores sustentou as distribuições ao longo do terceiro trimestre.
O fundo realizou seu primeiro follow-on destinado a investidores profissionais, com potencial emissão de 6,2 milhões de cotas a R$ 9,94, mirando ampliar a exposição em terras de Gaúcha do Norte (MT). A estratégia reforça o posicionamento do portfólio em uma região com vocação agrícola e histórico de produtividade.
No quarto trimestre, o SNFZ11 voltou a negociar com prêmio sobre o valor patrimonial (P/VP acima de 1,0), sinalizando confiança do mercado. A conclusão da oferta permitiu consolidar o CRA Jequitibá, integrando terra e crédito na carteira, ampliando a diversificação e a estabilidade de fluxos.
Por fim, a inclusão do novo ativo financeiro aumentou a liquidez para honrar parcelas futuras das fazendas, com pagamentos programados por dez anos. Com isso, o fiagro mantém foco em propriedades de Gaúcha do Norte, combinando disciplina na alocação, diversificação controlada e distribuição recorrente.