O fundo imobiliário SNID11 pagará R$ 0,13 por cota em 25 de fevereiro de 2026, conforme o regulamento do fundo. A data-base é 13 de fevereiro, válida para investidores posicionados ao fim do pregão. Com base na cotação de R$ 11,18, o provento implica dividend yield mensal aproximado de 1,16%.
O montante total distribuído será de R$ 936,5 mil, refletindo a geração de caixa no período. Para pessoas físicas, os rendimentos são isentos de Imposto de Renda, seguindo a regra dos FIIs listados na B3. Esse benefício reforça a atratividade do ativo na composição de carteiras de renda.
O SNID11 mantém consistência operacional em 2025, preservando o pagamento de R$ 0,13 por cota pelo terceiro mês consecutivo. O papel negocia com ágio próximo de 8% no mercado secundário, sinalizando demanda firme pelos ativos do portfólio.
Segundo Rodrigo Wainberg, da Suno Asset, o prêmio reflete a confiança na tese do fundo e na disciplina de alocação. A gestão busca combinar carrego estável com operações táticas para otimizar o perfil de risco-retorno, aproveitando janelas de mercado e guidance revisado.
Entre as movimentações recentes, destaca-se a compra de R$ 3 milhões em debêntures da Suno Energias Limpas (SNEL11), remuneradas a NTN-B + 1,80%. A alocação aproveitou a compressão de prêmios no secundário, reforçando a diversificação e a previsibilidade de fluxo.
O guidance de rendimentos para o primeiro semestre de 2026 passou para a faixa de R$ 0,12 a R$ 0,15 por cota. Historicamente, o SNID11 acumula retorno total de 63,7% na cota de mercado e 50,3% na patrimonial, superando CDI, IMA-B e índices de crédito em infraestrutura. Para o investidor que busca renda com potencial de valorização, o fundo imobiliário mostra histórico competitivo.
Perspectivas para o fundo imobiliário
Com distribuição recorrente, isenção fiscal e prêmio no secundário, o SNID11 sustenta narrativa de resiliência. A combinação de carrego real, táticas de crédito indexado à inflação e gestão ativa tende a sustentar o dividendo.
No curto prazo, o foco permanece na eficiência operacional e na disciplina de risco para preservar o retorno ao cotista do fundo imobiliário SNID11.
