A Suno Asset realiza nesta quarta-feira (25) a distribuição de proventos de quatro de seus fundos imobiliários: SNAG11, SNFZ11, SNEL11 e SNID11. Têm direito aos rendimentos os cotistas posicionados até 13 de fevereiro, conforme comunicado das gestoras e dos administradores. As distribuições reforçam a regularidade dos pagamentos e a atratividade de segmentos como geração fotovoltaica, crédito e terras agrícolas.
No caso do SNAG11, o valor anunciado é de R$ 0,20 por cota, resultado que representa um dividend yield mensal de 1,80% e anualizado de 23,92%. Já o SNEL11 paga R$ 0,10 por cota, com retorno mensal de 1,16% e anualizado de 14,88%, sustentado pelo fluxo operacional das usinas de energia solar. O SNFZ11, um Fiagro com foco em terras e operações do agronegócio, também distribui R$ 0,10 por cota, equivalente a yield mensal de 1,04% e anualizado de 13,17%.
O SNID11 credita R$ 0,13 por cota, refletindo um dividend yield mensal de 1,16% e anualizado de 14,88%. Esses números, quando comparados, indicam consistência no patamar de remuneração entre os veículos da casa, mesmo com exposições setoriais distintas. Além disso, o perfil de risco-retorno de cada produto segue alinhado às políticas de investimento e aos mandatos aprovados pelos cotistas.
Liquidez é outro ponto de destaque. O SNEL11 registrou volume recorde diário de R$ 17,8 milhões em negociações recentes, movimento associado ao fortalecimento da base de investidores após a 4ª emissão de cotas. Com isso, o patrimônio líquido atingiu R$ 909,3 milhões, enquanto o número de cotistas saltou de 34,5 mil para mais de 70 mil, aumentando a profundidade de mercado do ativo.
A estabilidade dos pagamentos também chama atenção. A Suno Asset reporta manutenção dos valores distribuídos em 2025: o SNEL11 preserva R$ 0,10 por cota, respaldado pela geração recorrente de suas usinas; o SNCI11 mantém R$ 1,00 por cota; e o SNFZ11 segue com R$ 0,10 por cota, amparado por arrendamentos e operações de crédito em ativos rurais. Essa previsibilidade favorece o planejamento do investidor de renda passiva.
Para quem acompanha o mercado de renda variável e busca diversificação, os recentes proventos dos fundos imobiliários da casa reforçam a tese de investimentos setoriais complementares, com exposição a energia, agronegócio e crédito. A gestão destaca que segue focada em eficiência operacional, estrutura de capital equilibrada e seleção criteriosa de ativos, fatores essenciais para a perenidade dos rendimentos.
