O XPLG11 aprovou, em fato relevante, a 9ª emissão de cotas, com volume inicial de R$ 1.000.000.001,50 e a criação de 9.478.673 novas cotas. A operação prevê distribuição parcial e critérios claros para preferência, preço e possibilidade de lote adicional, alinhados ao regulamento do fundo. Os recursos visam aquisições de ativos-alvo e ativos imobiliários.
O direito de preferência no XPLG11 terá fator de proporção de 0,23687391120 aplicado sobre a posição do cotista na data-base definida. O período para exercício na B3 vai de 18 de fevereiro a 3 de março de 2026; junto ao escriturador, até 4 de março de 2026. A cessão de direitos poderá ser realizada somente via escriturador.
Cada nova cota custará R$ 105,50, com base no valor patrimonial apurado em 31 de dezembro de 2025. Considerando a taxa de distribuição primária de 0,36% (R$ 0,39 por cota), o preço final de subscrição será de R$ 105,89 por cota. Esse valor orienta o planejamento do investidor no processo de subscrição.
Haverá possibilidade de lote adicional de até 20% sobre a quantidade inicial, o que pode representar 1.895.735 cotas extras. Em valores, isso equivale a até R$ 200.000.042,50 em volume adicional, desconsiderada a taxa de distribuição. Essa estrutura busca atender a uma eventual demanda excedente.
A cessão de direitos é permitida a outros cotistas ou a terceiros, desde que sejam investidores profissionais, e ocorrerá exclusivamente por meio do escriturador, sem negociação na B3. Essa condição reforça o controle do processo de alocação dos direitos de subscrição.
A emissão aceitará distribuição parcial, com montante mínimo de 473.934 cotas, equivalente a R$ 50.000.037,00. Caso o mínimo não seja atingido, a oferta será cancelada, preservando a segurança do processo para todos os participantes do XPLG11.
Os recursos captados serão destinados à aquisição de ativos-alvo e ativos imobiliários, conforme diretrizes do regulamento do fundo, com foco em alocação eficiente e potencial de geração de renda.