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XPLG11 aprova mudanças estruturais e novo administrador

XPLG11 muda administradora e custodiante e amplia capital autorizado para R$ 40 bi - Foto: PIxabay

XPLG11 muda administradora e custodiante e amplia capital autorizado para R$ 40 bi - Foto: PIxabay

XPLG11 divulgou em 27 de janeiro de 2026 o resultado de uma consulta formal que aprovou mudanças estruturais relevantes no fundo. Com quórum qualificado, as deliberações abrangeram ajustes na administração, prestação de serviços, regulamento e autorizações operacionais, desenhando uma nova governança para o veículo. As alterações passam a valer conforme o cronograma divulgado pela B3.

A partir de 30 de janeiro de 2026, a XP Investimentos CCTVM assume como nova administradora do fundo imobiliário, substituindo a estrutura anterior. Na mesma data, a Oliveira Trust passa a atuar como custodiante e escriturador, reforçando o arcabouço de controles e a segregação de funções prevista no regulamento atualizado.

Os cotistas aprovaram o aumento do capital autorizado para R$ 40 bilhões, ampliando a flexibilidade para futuras emissões de cotas dentro desse teto. A decisão cria capacidade de crescimento, mas não configura, por si só, o anúncio de uma nova oferta pública, mantendo a disciplina de alocação.

Também houve aprovação para a constituição de ônus reais sobre imóveis do fundo, exclusivamente para garantir obrigações do XPLG11, e para a outorga de procuração à gestora em atos específicos de gestão. O regulamento incorporou ajustes na data de corte da distribuição semestral de rendimentos e esclareceu a inexistência de direito de reembolso a cotistas dissidentes nessas matérias.

Incluiu-se ainda a faculdade regulatória de recompra de cotas, medida que pode contribuir para gestão ativa do capital e otimização de liquidez. Como alternativa de diversificação, foi aprovada a aplicação de recursos em fundos de renda fixa, com observância dos limites e critérios de risco estipulados.

Novas possibilidades de investimento no XPLG11

Os cotistas autorizaram aquisições diretas ou indiretas de direitos reais e imóveis vinculados aos fundos XP Log Prime Yield e XP Exeter II, respeitando parâmetros regulatórios e de diligência.

Essas diretrizes ampliam o pipeline potencial de alocações, buscando combinar geração de renda com disciplina de risco para o portfólio do XPLG11.

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